terça-feira, 19 de julho de 2011

Luiz Rodrigues



Solo 

Minha guitarra
 personalizada, não tem preço, tem valor. 
Minha guitarra imaginária tem qualquer cor.
Ela grita, sorri, chora, leva uma oração à Deus...

Tem dia que eu a toco, tem dia que ela me toca. Tem dia que ela pesa, tem dia que flutua.
E feito criança vou brincando de fazer efeito, dedilhando até adormecer no sonoro silêncio
que só os ouvidos da alma podem perceber.


B.Damas